OS HOLANDAS CAVALCANTE

Tronco de Viçosa — Alagoas

Tomo II

Tertuliano José de Holanda Cavalcante

FAMÍLIA

HOLANDA CAVALCANTE

 

FAMÍLIA HOLANDA CAVALCANTE

 COLEÇÃO TOMO (I-IX)

 

O Meu Legado © — Genealogia Comprovada - 2017-2019

Sobre mim 

Sou, Eduardo Padiha dos Santos, natural da Capital de São Paulo. Pesquisador e genealogista do meu ramo familiar e de diversos outros troncos familiares do Nordeste do Brasil em especial Alagoas/Pernambuco.

 

Preciso asseverar o meu firme propósito, para com esse site, longe da pretensão da comparação com qualquer pesquisador ou genealogista ou obras já publicadas e muito menos ostentar esse trabalho de modo que chame sobre a mim a atenção alheia.

Meu trabalho não visa buscar quaisquer reconhecimentos, ou mesmo criar-me com o estereótipo de referência para demais, faço o que faço por paixão e não por qualquer tipo de glória. 

 

Orgulho-me do que escrevo, porque escrevo a respeito dos meus irmãos sanguíneos e não sanguíneos. Não faz a minha cabeça notabilidade muito menos o sucesso. Escrevi para próximas gerações; algo que as ajudem a saber de onde viemos e quem foram seus ancestrais de modo a perpetuar a história de diversas famílias.

No meu modesto jeito de pensar considero esse estudo um assunto muito importante que devesse despertar nas pessoas, de modo geral, interesse e que a ele, elas se dedicassem para assim contribuir, ampla e proveitosamente, juntando o útil ao agradável, na difusão da história de um povo.

 

Publicações Genealógicas

 

Família

Pacheco Couto

Leonardo Pacheco Couto, capitão

Ana Antônia Cordeiro do Rego

Ensina Luiz Wilson, que, em Portugal de fins do século XVIII, o termo COUTO significava “uma porção de terra demarcada por autoridade do Rei, com certas isenções e privilégios, com determinados foros e pensões para o direito de senhorio e com justiça própria”; e acrescenta: “Estas jurisdições foram abolidas por lei em 1790. Havia COUTO de mosteiro e de fidalgos, do reino e de homiziados. Estes eram usados para refúgio de malfeitores, que neles não podiam ser presos, nem perseguidos ou incomodados, acontecendo apenas que nem todos os crimes tinham proteção e imunidade nos COUTOS. Em todos os forais eram executados os crimes de heresia, regicídio, traição e alguns outros. O topônimo COUTO, do nome do velho português, dono da Fazenda Santa Rita, em Rio Branco, tinha origem em um daqueles “COUTOS” da ilha de São Miguel”. Ensina, também, o historiador sertanejo, que o tronco da família PACHECO é atribuído a Lúcio Júnior Pacheco, ........

Família

Tenório no Brasil

v.III

Cupertino Tenório Florentino

Maria Tenório de Holanda 

Ao finalizar a edição anterior, descrevíamos sobre a descendência de Cupertino Tenório Florentino e sua esposa Maria Tenório de Holanda, sendo ele a VII geração do tronco de João Tenório Molina Leonor de Albuquerque.

Família

Tenório no Brasil

v.I

João Tenório Molina

Leonor de Albuquerque

Ao chegar em Pernambuco o Sr. D. LUIZ LOPES TENÓRIO, juntamente com seus irmãos e seu sobrinho JOÃO TENÓRIO DE MOLINA, conforme já indicado, instalamse e via seu sobrinho radica-se um dos maiores e principais troncos do Brasil. Podemos notar que os filhos do desbravador D. Luiz Lopes Tenório, aqueles apontados por Borges da Fonseca, não prosperaram com suas de descendências, é, claro que pode ter havia outros, contudo não foram encontrados registros no Brasil. Quanto ao seu sobrinho JOÃO TENÓRIO MOLINA, com suas idas e vindas entre Brasil e Portugal ao retornar 1681 a Pernambuco, acompanhado de suas primas Dona Joana e Dona Rosa Tenório, Borges da Fonseca cita filhos naturais do mesmo, embora este nunca tivesse sido casado eclesiasticamente ou qualquer laço matrimonial, faleceu solteiro.

Família

Tenório de Albuquerque

Paulo Tenório de Albuquerque, Barão

Águeda Tenório de Albuquerque

O Barão, fora filho de Paulo Caetano Tenório de Albuquerque — [f. 25.02.1870] em seu primeiro consórcio com Dona Joaquina do Espírito Santo, filha do Comandante João José Cavalcante de Araújo, conhecido como José do Retiro, abastado proprietário da fazenda Retiro e de outras terras em Buíque - Pernambuco, sendo estes primos em terceiro grão atinente ao segundo de sanguinidade. O pai do Barão, Paulo Caetano Tenório de Albuquerque Júnior, era filho do Major Paulo Caetano Tenório de Albuquerque (Sênior) outro nobre abastado de propriedades e Dona Vitorina de Jesus Cavalcante, faz seu inventário aos [13.03.1869] em Águas Belas — Pernambuco, atribui a seu filho nesta época coronel o encargo de tutor de seus filhos menores sendo estes seus meios irmãos.

Família

Tenório no Brasil

v.II

Porfírio Tenório Luna

Josefa Tenório de Albuquerque

Ao finalizar a edição anterior, descrevíamos sobre a descendência do Major Porfírio Tenório Luna e sua esposa (prima) Dona Josefa Tenório de Albuquerque, ambos sendo
a VI geração do tronco de João Tenório Molina e Leonor de Albuquerque. 

 

PORFÍRIO TENÓRIO LUNA (171; VI-I), Major - [n. 1835 - f. 10.06.1915] em Quebrangulo - Alagoas, casou com sua prima Dona JOSEFA TENÓRIO DE ALBUQUERQUE, filha do Coronel Francisco Tenório de Albuquerque e Maria Tenório de Albuquerque, do casal identificamos [16] filhos, sendo quatro deles já retratados na primeira edição pelos códigos [172 a 175]. Logo abaixo iniciaremos com a genealogia de seu quinto filho João Tenório Luna (309; VII-5)

 

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O MEU LEGADO é uma coleção online totalmente gratuita, tendo como propósito a Genealogia e a História Familiar, nosso objetivo é trazer ao leitor: GenealogiaComprovação e Historicidade, mediante a tríplice, apresentar provas que comprovem a genealogia do indivíduo pesquisado e também oferecer dados históricos de cada família.

Qualquer pesquisa genealógica que não seja compartilhada, esta fadada ao mesmo destino daqueles  pesquisados, o eterno silêncio.

Eduardo Padilha dos Santos

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